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Calor faz preço subir e pesar no bolso de idosos

Divulgação

Comércio vive até ligeira alta. Mas ar refrigerado e ventilador se tornam vilões

Rio - O custo de vida dos idosos aumentou mais que a inflação no ano passado. Fechou a 6,62%, 0,21 ponto percentual acima do IPCA. A alta dos gastos desse grupo de consumidores, no entanto, ajudou o comércio a surpreender e experimentar inesperado crescimento no fim do ano. Segundo o IBGE, o varejo cresceu 0,9% em novembro na quantidade vendida e 1,4% em receita.

E agora, no primeiro mês de 2015, é o calor que deve puxar a inflação e as vendas. Em nota, Casas Bahia e Ponto Frio informaram que a elevação da temperatura fez subir a procura por itens como ventiladores, climatizadores e aparelhos de ar-condicionado. “Nos primeiros 14 dias do ano, as vendas estão acima da expectativa para todo o mês de janeiro”, avalia o grupo que reúne as duas empresas.

A rede de hipermercados Extra também teve crescimento de 10% na área de climatização. Já a Ricardo Eletro registrou aumento de 30% nas vendas de ventiladores e 15% em ar condicionado. Com a grande procura, o preço dos aparelhos também chegou às alturas. A assistente administrativa Marister Domingos Sousa Martins, 37 anos, foi comprar um ar condicionado nesta quarta-feira, mas reclamou do valor. “No ano passado, o aparelho que eu queria custava R$ 1 mil. Agora, não encontro por menos de R$1.400. Infelizmente, quem deixou para a última hora pagará mais. É a lei da oferta e da procura”, lamenta.

Os aparelhos Consul e Springer de 7.500 BTUs que custavam cerca de R$ 799 em novembro, nesta quarta foram encontrados por R$ 1.099 em todas as lojas de eletrodomésticos do Centro do Rio. Isso significa um aumento de quase 40% no preço em apenas dois meses.

O advogado Flávio Gomes, 40 anos, também teve dificuldades para encontrar o produto desejado. “Quero um ar condicionado de 10.000 BTUs, mas está difícil de achar. Além disso, o preço aumentou. Antes, o aparelho que eu queria estava saindo por R$ 1.360. Agora, a R$ 1.500”, diz.

Consultor de varejo do Grupo AZO, Marco Quintarelli acredita que neste momento o consumidor deve saber aproveitar as oportunidades. “Algumas lojas já estão sem estoque, só aceitam encomendas. Vale a pena comprar pela internet se estiver mais barato e a loja for confiável. Mas o mais importante é adquirir o aparelho adequado ao ambiente. Em geral, o split é melhor, pois economiza energia a médio e longo prazo”, explica.

Em novembro, a categoria Móveis e Eletrodomésticos teve o terceiro melhor resultado, com 1,6% de variação no volume de vendas, segundo o IBGE. A retirada gradual dos incentivos e o aumento nos juros, porém, levaram a um crescimento abaixo da média no acumulado dos últimos 12 meses.

Natal impactou nas vendas

A maior contribuição para o resultado do varejo em novembro foi do grupo artigos de uso pessoal e doméstico (9,3%). Por englobar lojas de departamentos, joalheria, artigos esportivos e brinquedos, segmentos bastante sensíveis ao movimento natalino, seu desempenho indica antecipações de compra. Artigos farmacêuticos e perfumaria (5,9%) proporcionaram o segundo maior peso positivo, em função do uso essencial dos produtos.

Inflação pior para a terceira idade

A inflação percebida pelos idosos encerrou o quarto trimestre de 2014 com alta de 2,02%, segundo o Índice de Preços ao Consumidor da Terceira Idade (IPC-3i) anunciado quarta-feira pela FGV. O indicador — que mede a variação da cesta de consumo de famílias majoritariamente compostas por indivíduos com mais de 60 anos — fechou o ano com alta acumulada de 6,62%. O resultado ficou acima do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) acumulado do ano passado, que teve variação de 6,41%.

Todas as oito classes de despesa componentes do IPC-3i registraram acréscimo em suas taxas de variação, com a principal contribuição partindo do grupo alimentação, que chegou a subir entre um período e outro 3,54 pontos percentuais: de -0,62% para 2,92%.

O item que mais influenciou o comportamento desta classe de despesa foi hortaliças e legumes, que chegou a variar 21,36%, no quarto trimestre, ante uma variação negativa (deflação) de 25,29%, no trimestre anterior — alta de 46,65 pontos percentuais.

Contribuíram também para o acréscimo da taxa do IPC-3i a variação dos grupos habitação (1,22% para 1,94%); transportes (0,51% para 1,96%); educação, leitura e recreação (0,07% para 2,94%); vestuário (-0,59% para 2,16%); comunicação (-1,08% para 0,85%); saúde e cuidados pessoais (1,07% para 1,47%) e despesas diversas (0,30% para 0,56%).

Fonte: Stephanie Tondo/O Dia

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